Desfaço-me em pequenas dores
Pontadas de sobressalto
Mas permaneço muda
apenas acompanhando e suportando
A única escolha que faço
é não dizer não
Todo o resto é independente
E é muito.
Talvez eu seja o ar comprimido nos pulmões
ou o universo paralelo de alguém
Gravitando sem direção certa
predestinada ao desconhecido
de um vácuo de espera
E sigo,
aceitando esse vazio em enigmas,
ainda sem saber de quem são
essas mãos tão frias que estou segurando.
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