gostava tanto do seu cheiro
que respirava sua pele cada
vez mais fundo e prendia o
ar dentro do corpo inteiro
como se pudesse te sentir
preenchendo todos os meus
espaços entre unhas e ossos
como se pudesse explodir se
o tempo me espetasse e me
fizesse lembrar de soltar o
ar e voltar a ser eu mesma
como se pudesse viver minha
vida inteira na cama deitada
abraçada derrotada com você
Assinar:
Postar comentários (Atom)


Oi, Laura! Curioso, mas é justamente quando nos sentimos confortáveis mergulhados em outro ser que nos conhecemos melhor... Com tempo, passe em meu http://jefhcardoso.blogspot.com e opine em algum texto de minha série VIOLÊNCIAS
ResponderExcluir