Se te resumo a passado,
me elejo culpada
Sou pega na mentira,
sem saber qual é se tem a verdade
Se te trago pro presente,
não sou perdoada nem redimida
Não sei onde pôr
Não tem vão que te encaixe
Se te entrego pro futuro,
não me liberto
Sou acusada de ilusões,
de não sentir o que sei que sou
Se te faço morto,
morro junto, de falta de ar
Não aceito que não exista
todo dia em lembrança ou fato
E se te faço de vida,
não vivo
Entrego a nada o pouco que é meu
e não me encontro em mim própria.
22.02.2011
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