O verde do metrô de sábado de manhã
Flashes das horas escuras anteriores
Do chão da cozinha,
das árvores caídas
pela chuva que nos contaram,
pelo vendaval que não vimos
Dos meus pés de plataforma, dos seus pés descalços
(Eu ainda olhava pra cima)
Quase durmo num dos lugares vazios a minha volta
Com sorriso meio melancólico,
procuro outro sentimento pra compartilhar
Mas de nada adianta
Ninguém mais viu a expectativa frustrada do táxi que não dividimos.
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que lindo....eu sempre te disse ,irmãzinha ,que sua maior qualidade era o meu calcanhar de aquiles ....porque eu AINDA não sei falar de coisas corriqueiras do dia-à-dia como você , de forma tão lírica ...sem exagero , a sylvia plath assinava este poema....e eu que já tive medo quando você teve aquele período de silêncio poético ...
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